"Conhecimento é poder." Francis Bacon.

Vou relatar sobre Immanuel Kant, que achava que tantos os sentidos quanto a razão eram muito importantes para a nossa experiência no mundo.
Sobre filósofos empíricos e racionalistas e Chuang.

Um Chinês chamado Chuang sonhou que era uma borboleta;
A borboleta não sabia da existência de Chuang e vivia feliz.
Depois, Chuang n√£o sabia se tinha sonhado que era uma mariposa...
Ou se era uma mariposa sonhando que era Chuang.



Você alguma vez sente medo?
Era uma vez na R√ļssia, um neurocirugi√£o e um Astronauta falavam sobre religi√£o.
Sim, posso sentir medo.
O neurocirugião era cristão e o Astronauta ateu. E este disse: "Estive no espaço muitas vezes.. e nunca vi Deus ou Anjos."

Então o neurocirurgião replicou: " Operei o cérebro de muitas pessoas sábias, mas nunca vi um pensamento."

Renne Descartes viveu no século 17 e disse algo sobre o pensamento.
Penso, logo existo.


Kant por sua vez achava que havia duas possibilidades em discussão: O mundo seria exatamente como nós o percebemos, ou como se mostra a razão?
Um experimento. Coloque um óculos vermelho sob os olhos. O que você vê?
As mesmas coisas, mas tudo em vermelho, certo?

A explicação para isto é que as lentes dos óculos determinam o modo como você percebe a realidade. Tudo o que você vê é parte do mundo que está fora de você mesmo; mas o modo como você enxerga tudo isto também é determinado pelas lentes dos óculos. Você não pode dizer que o mundo é vermelho, ainda que neste momento ele pareça vermelho.

N√£o importa o que possamos ver, sempre perceberemos o que vemos sobretudo como fen√īmenos no tempo e no espa√ßo.
Kant chamava o tempo e o espa√ßo de "formas de sensibilidade". Essas duas formas j√° existentes em nossa consci√™ncia antes de qualquer experi√™ncia. Isto significa que podemos saber, antes de experimentar alguma coisa, que vamos experiment√°-la como fen√īmeno no tempo e no espa√ßo. Somos incapazes, por assim dizer, de tirar os √≥culos da raz√£o.
O tempo e o espaço não existe fora de nós mesmos, pertencem a condição humana, tempo e espaço são sobretudo propriedades da nossa consciência, e não atributos do mundo físico.

A pr√≥pria consci√™ncia coloca sua marca no modo como percebemos o mundo. Podemos comparar isto quando colocamos √°gua num jarro de vidro. A √°gua toma a forma do jarro. Do mesmo modo, as impress√Ķes dos sentidos se adaptam √°s nossas "formas da sensibilidade".

Por fim, Kant afirma que não é apenas a consciência que se adapta ás coisas. As coisas também se adaptam á consciência. Podemos levar em consideração a afirmação de Copérnico de que a Terra gira em torno do Sol e não ao contrário.
As pessoas levam tudo em conta da "Causa e efeito" isso é simplesmente uma razão humana, por considerar que tudo acontece dentro de uma relação de causa e efeito. Kant diz que está dentro de nós.

Nunca podemos saber com certeza como o mundo é "em si". Só podemos saber como o mundo é "para mim".
Nunca seremos capazes de saber com toda a certeza como as coisas são "em si". Só podemos saber como elas "se mostram" a nós. Em compensação, podemos dizer com certeza como as coisas serão percebidas pela razão humana.

Chega de filosofia por hoje, aprendi muito e vou continuar aprendo cada dia mais a relacionar a minha vida com a antropologia até estar certa da onde viemos e quem somos nós.
O mundo é cheio de perguntas, precisamos achar respostas concretas para elas.
E é isso, antropologia é a parte da minha vida, da minha razão humana a minha essência.
Fim.
Hilde Moller Knag a/c Sofia Amundsen.